
Autor: Leila
Goiânia – negócios expansão
Rede de lojas de pão de queijo gourmet em São Paulo começa 2021 com expansão para Goiânia
Formaggio Mineiro terá seu primeiro estabelecimento fora do estado de São Paulo
Considerada a marca do melhor pão de queijo do Brasil, a Formaggio Mineiro não só passou pelo ano de 2020 com saldo positivo, como expandiu de 5 lojas físicas em São Paulo para sete endereços e ampliou os negócios com a implantação de lojas virtuais em bairros onde não estava, fechando o período de “crise econômica” com crescimento na ordem de 30% no balanço e 12 lojas no total, considerando endereços fixos e online. Além de gerar empregos em meio a um cenário que registrou recorde de desempregados no Brasil.
Seguindo essa curva ascendente, a empresa está instalando sua primeira loja da fábrica fora do estado de São Paulo, em Goiânia. Os empresários goianos Andrey Nobre Liah e Caio Crocetti, que já atuam com distribuição do produto na região, são os investidores do novo negócio.
As obras estão previstas para serem concluídas em fevereiro e a inauguração oficial deve acontecer na sequência. O espaço segue o mesmo layout e padrão dos estabelecimentos de São Paulo, com estilo rústico e acolhedor, e manterá o zelo no atendimento, que deve conquistar o consumidor goianiense, assim como acontece na capital paulista.
“É um desafio grande ir para outro estado, mas temos o apoio de parceiros que são de Goiânia, conhecem o comportamento de consumo local e nossa filosofia de trabalho, porque já trabalham com a gente há alguns anos”, comenta Mirany Soares, empresária mineira que está à frente da Formaggio Mineiro ao lado do sócio Marcello Lage.
Para os novos empreendedores Formaggio Mineiro, as expectativas com o negócio são as melhores. “Conhecemos a qualidade excepcional dos produtos e sabemos das exigências do consumidor goianiense. Então, nosso objetivo é trazer para Goiânia uma das melhores experiências gastronômicas que conhecemos, e encantar com o atendimento ímpar que virou referência na rede de lojas em São Paulo”, comenta o empresário Liah.
A marca Formaggio Mineiro é pioneira em pão de queijo gourmet no Brasil por sua receita exclusiva que leva 40% de puro queijo canastra e parmesão. Seu mix de produtos é composto por: pão de queijo tradicional, a versão multigrãos –produzido com linhaça, gergelim, quinoa e semente de girassol-; chipa três queijos –com provolone, parmesão e mussarela-; waffle de pão queijo; pão de queijo de gorgonzola; pão de queijo de chocolate com chocolates belga ao leite, meio amargo e branco misturados ao queijo canastra; e espetinho de pão de queijo e massinha de pão de queijo feita com ricota. Todos os produtos são glúten free, sem fécula de mandioca e aromatizantes.
A fábrica tem sede em São Paulo e produz mais de 300 toneladas anuais de pão de queijo gourmet, de onde distribui para todo o país, a estabelecimentos como Empórios Santa Luzia, Santa Maria, Fasano São Paulo, rede St Marchet, entre outros endereços também no Paraná, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Bahia, Fortaleza, Mato Grosso, Espírito Santo, Pernambuco, entre outros.
A loja Formaggio Mineiro em Goiânia fica na Rua 15, n° 1041, quadra H 16, lote 05, Setor Marista. Mais informações pelo site www.formaggiomineiro.com.br e redes sociais Facebook e Instagram, @formaggiomineiro.
PABX: 11 3392-5542
Leila Peres – leila@infato.com.br
11 97151-1807
Christiane Alves – redacao2@infato.com.br
11 99436-7251
Redação
Renegociação salarial
Pandemia x renegociação salarial – Qual melhor maneira de pedir um aumento? Especialista em empregabilidade dá as dicas
Rogerio Bragherolli, economista especialista em capital humano e que atua há mais de 30 anos com RH, indica o momento mais apropriado para renegociar o salário
Empresas de diversos setores e profissionais estão aprendendo a viver em um “novo cenário” que o mercado vem intitulando de “normal”, criado junto com a Covid-19. Com isso, muitos projetos foram adiados, inclusive aquela promoção tão desejada. Um assunto delicado é a renegociação salarial, que requer entendimento para identificar a melhor oportunidade e habilidade para que se tenha uma resposta positiva. Mas, como fazer isso em meio a uma pandemia global?
O economista especialista em capital humano e empregabilidade, Rogerio Bragherolli, aponta quais características devem ser estudadas para realizar esse pedido. “A primeira coisa é ter consciência de como está a situação da empresa e fazer uma avaliação atual se vale a pena ou não pedir um aumento. Isso ainda não significa o não, significa uma análise criteriosa para verificar a possibilidade”, explica Bragherolli. E complementa que, para prosseguir com o pedido, é necessário se atentar a três pontos:
- O erro mais comum é pedir o aumento por pedir, por achar que está ganhando pouco ou porque seu colega recebeu promoção. Cada profissional tem que se preocupar com a sua carreira, por isso tem que ter um embasamento claro e objetivo do porquê desse pedido. Principalmente neste momento de crise econômica. É necessário que seja algo baseado em algum ponto sólido, para ter uma conversa no mínimo aberta e com bom senso diante da situação em que estamos vivendo.
- O não faz parte do jogo! A primeira coisa em caso de uma negativa é entender o porquê, se foi por motivos financeiros da organização ou porque o chefe acha que a performance não é adequada. Então, vale aprender com a negativa e entender a sua razão para que na próxima vez a solicitação seja vista com bons olhos e aceita.
- Não existe uma receita certeira para renegociação salarial, mas é importante ter uma história de incentivo para que se faça justo esse pedido. É interessante analisar quadros de salários e verificar como você está em relação ao valor médio da sua função.
Bragherolli alerta, ainda, que é preciso se preparar e ter argumentos solidificados para uma conversa transparente, sem embate ou brigas. “É importante criar uma história com incentivo para pedir esse aumento. Por exemplo: estou solicitando essa promoção porque trabalho mais horas por dia. Ou porque apresenta um nível de eficiência muito maior que a média das pessoas que estão na mesma função. Ou porque acredita que a função esteja acima do nível salarial”, finaliza.
Sobre Rogerio Bragherolli
Com know-how de 35 anos em cargos de liderança no mercado corporativo, Rogerio Bragherolli atuou nos últimos anos como diretor sênior e vice-presidente de RH em multinacionais e tornou-se uma notoriedade em estratégias relacionadas a employee experience, gestão de pessoas e carreiras. Em sua trajetória, contabiliza mais de 2 mil entrevistados dos mais diversos perfis e para diferentes cargos de atuação.
Como RH estratégico, Bragherolli desenvolveu trabalhos inovadores em design organizacional, planejamento da força de trabalho (WFP), inovação do modelo de trabalho (Workplace Innovation) e experiência do colaborador (EX). Liderou com êxito projetos de melhores empresas para se trabalhar e transformou o RH convencional de custo em RH estratégico gerador de valor.
Atualmente, o especialista em empregabilidade se dedica a duas metodologias criadas a partir de sua expertise e baseadas em estudos pelo Brasil e exterior. Uma delas, chamada Saindo da Média, visa auxiliar a empregabilidade desde o estudante na Universidade, pessoas que buscam por trabalho, recolocação profissional etc, até o executivo no mundo corporativo. E a segunda metodologia está relacionada à otimização do capital humano como diferencial competitivo nas organizações.
Bragherolli é formado em Engenharia Mecânica pela FEI, Economia pela FEA-USP, fez MBA em RH na FGV, especialização em Marketing na Insead – França. Além de ser professor de MBA e ter sido membro do Comitê Global de RH de uma das maiores multinacionais de serviços do mundo.
Rogerio Bragherolli
Instagram, Facebook e Linkedin: @rogeriobragherolli
Site: www.saindodamedia.com.br
Informações à imprensa com infato comunicação
PABX: 11 3392-5542
Leila Peres – leila@infato.com.br – 11 97151-1807
Daiana Oliveira
daiana@infato.com.br – 11 98718-5820
Redação
Agile Coach – profissão do futuro

Agile Coach é o profissional que está fazendo a diferença nas empresas
Especialista em treinamento Ágil da Massimus, Heitor Roriz, ressalta a importância dessa função nas organizações
Para alcançar o papel de Agile Coach há uma série de habilidades que precisam ser adquiridas. E o ponto de partida é que o profissional precisa compreender o que é o Agile e seu papel na corporação.
O termo Agile ganhou notoriedade quando se fazia relação ao aprimoramento de desenvolvimento de software. Já o profissional de Agile Coach é mais recente, sua primeira formação no Brasil foi no ano de 2017, pela Massimus –empresa especializada em gestão e treinamento Ágil– e a expectativa era que esse profissional fosse um consultor para auxiliar o Scrum Masters, Product Owners e o time de desenvolvimento a se adaptar e responder às mudanças, maximizando valor e resultado das empresas.
Com as alterações no meio corporativo, o profissional demonstrou sua eficiência e rapidamente outros setores passaram a garantir um Agile Coach para auxiliar nos processos de transformação e criação de serviços.
O cargo recém-criado não se limitou apenas à área tecnológica e atualmente faz toda diferença nas empresas. “Muito se engana quem ainda prende o Agile na caixinha do desenvolvimento de software e entende que as práticas ágeis se limitam apenas para o pessoal de T.I. O Agile é o profissional com a função de ser adaptativo, sempre respondendo às mutações com agilidade”, explica Heitor Roriz, CEO da Massimus.
O especialista ainda cita três pontos importantes para que a profissão não seja banalizada. O primeiro deles é a necessidade de aprimoramento para que esse papel não seja visto como algo que não tenha nada a acrescentar, já que saber Scrum, Kanban e ter as certificações reconhecidas pelo mercado, tais como CSM, CSPO, KMP I e II -e até a formação de Agile Coach- já se tornou básico.
Outro ponto é: o Agile Coach, que antes dominava apenas os métodos e ferramentas ágeis e tinha conhecimentos em T.I, hoje precisa ir muito além: dominar hack management, gestão, business, governança adaptativa, cultura da experimentação e, é claro, técnicas de coaching.
E a terceira observação é que, neste momento, se fazem necessárias habilidades para que ocorra uma mudança significativa de mindset, onde o Agile Coach deve agir como um Agente de Transformação. Ele irá propor essa transformação para o bem da empresa e dos colaboradores.
Sobre Heitor Roriz e a Massimus
Roriz é Mestre em Tecnologia da Informação pela Universidade de Stuttgart, na Alemanha, possui know-how de 26 anos na indústria como gestor e desenvolvedor de software. Colaborou com diversas empresas na formação de profissionais e nos projetos de Transformação Ágil, tais como: Toyota, Unilever, Unisys, Bradesco, Itaú, Accenture, Delloitte, AES Tiête, Serasa, Multiplus, Banco Votorantim, Benner, XP Investimentos, Embraer, Cognizant, Smiles, Mooven Consulting, Prodesp, Scopus, Sura Seguradora, Totvs, Telefonica, Renault, dentre outras.
Atualmente, CEO da Massimus –empresa com sede em São Paulo, fundada em 2007-, Roriz atua como Enterprise Coach and Trainer em todo o mundo. É especializado em Agile desde 2004 e, além de abordar o tema em conferências Agile/Scrum, Lean Six Sigma e PMI, é fundador de vários grupos de usuários com o tema Scrum.
A Massimus atua há 13 anos com Transformação Ágil, sendo pioneira em oferecer treinamentos oficiais de métodos ágeis e abordar temas de transformação organizacional. São mais de 10 mil profissionais formados e centenas de empresas em todo território nacional, América Latina, Europa, Estados Unidos e Índia. “Nossa missão é humanizar o mundo corporativo e capacitar profissionais através de cursos de Transformação Organizacional nas áreas de gestão de mudanças, gestão executiva, de projetos e produtos”, define Roriz.
Site e redes sociais:
Instagram e Facebook: @massimusct
Informações à Imprensa – infato comunicação
PABX: 11 3392-5542
Leila Peres – leila@infato.com.br – 11 97151-1807
Daiana Oliveira – daiana@infato.com.br – 11 98718-5820
Redação










