Com mercado de suplementos veganos projetando faturamento de US$ 14,6 milhões até 2030, especialistas alertam para a importância do aporte proteico e da vitamina B12 na manutenção da saúde e do bem-estar.
No próximo dia 20 de março, o Dia Mundial sem Carne coloca o Brasil em um momento de reflexão nutricional. Com cerca de 14% da população se declarando vegetariana (Sociedade Vegetariana Brasileira/IBGE), a busca por dietas à base de plantas (plant-based) consolidou-se como um pilar de saúde e sustentabilidade. No entanto, exige cautela: a ciência alerta que a simples exclusão da carne, sem a devida compensação, pode comprometer processos vitais.
Segundo a nutricionista da Vitafor® Group, Lucila Santinon, a proteína é o macronutriente “construtor” essencial. “Dietas com deficiência proteica podem levar a quadros de desnutrição, prejuízos na produção de hormônios e desregulação metabólica, aumentando inclusive a predisposição à obesidade”, explica.
A recomendação global das DRI’s (Dietary Reference Intakes) estabelece que um adulto saudável necessita de 0,8g a 1,2g de proteína por quilo de peso corporal ao dia (Harvard Health). Para quem exclui a proteína animal, atingir essa meta apenas via alimentação convencional pode ser um desafio logístico e calórico.
Com isso, a suplementação alimentar é recomendada por profissionais da saúde como uma aliado no dia a dia para o complemento adequado. “A tecnologia nutricional hoje permite extrair o melhor das fontes vegetais, garantindo alta biodisponibilidade sem os componentes indesejados de algumas dietas”, pontua a nutricionista da Vitafor®, Lucila.
Suplementação nutricional
Referência no mercado brasileiro há mais de 20 anos, a Vitafor® tem investido no mercado proteico com opções de produtos plant-based para atender essa demanda crescente. Um dos destaques do portfólio é a linha Isofort® Plant, um blend de proteínas isoladas de ervilha e arroz com 80% de concentração proteica. O diferencial estratégico é a inclusão da Vitamina B12 de origem vegetal, nutriente crítico cuja deficiência atinge grande parte dos vegetarianos e veganos, impactando o sistema imune e o metabolismo energético.
Para quem busca versatilidade, o Isocrisp® Plant oferece 15g de proteína em formato de grânulos crocantes, facilitando a inclusão do macronutriente em refeições cotidianas como frutas e saladas.
Economia e tendências de consumo
O movimento reflete números robustos. O relatório Global Vegan Supplements Market 2023 estima que o setor fature US$ 14,6 milhões até 2030 (Grand View Research). No Brasil, o segmento de suplementos projeta um crescimento anual de 9,5% até 2036, colocando o país como o terceiro mercado que mais cresce no mundo, atrás apenas de Índia e China (Future Market Insights).
Sobre a Vitafor® Group
A Vitafor® Group é uma empresa 100% brasileira, está há mais de 20 anos no mercado e é considerada uma das principais marcas em suplementos nutricionais do país. Possui um mix de suplementos nutricionais que ultrapassa 270 itens para todas as fases e necessidades da vida, com o objetivo de promover bem-estar e saúde, divididos nas seguintes categorias: Ômega para cada fase da vida; Saúde intestinal; Beleza e saúde da mulher; Uma proteína para cada estilo de vida; Linha Energia; Longevidade e Saúde; Imunidade.
Desde 2015, a Vitafor® ocupa o primeiro lugar no Top Of Mind das Marcas mais Reconhecidas pelos Profissionais da Saúde do Brasil na categoria Suplementos. E ainda mantém um portal científico, o Vitafor Science, para apoiar o profissional de saúde com informações atualizadas e confiáveis sobre os principais avanços nutricionais.
Recentemente, a marca expandiu sua atuação para a Europa com o lançamento da Vitafor Europe, instalando-se em Portugal com e-commerce para atender o consumo internacional, além do lançamento da marca Fitzei, marca de snacks saudáveis do grupo.
A Vitafor® Group fica sediada em Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, onde está a fábrica com mais de 18 mil metros quadrados de área e laboratório de análises próprio, o VLabor. A marca é reconhecida no meio acadêmico por basear sua produção e pesquisa na ciência, com pioneirismo no Brasil.