
Atenção recrutadores e candidatos a todos os detalhes de um processo seletivo
Claudia Danienne, referência em Gente & Gestão, destaca que o foco é compreender potencial no que é dito e também percebido. E dá sete dicas que se aplicam para ambos os lados
Na reta final de um processo seletivo, seja para um novo emprego, para uma promoção estratégica, mudança setorial, expatriamento, geralmente há a tão importante e esperada entrevista. Tanto o candidato, quanto o entrevistador para recrutar o profissional ideal ao desafio, precisam estar atentos ao potencial da situação.
Cláudia Danienne, referência em Gente & Gestão, com atuação no mercado empresarial há mais de 25 anos, ressalta que “ouvimos e lemos muito sobre os cuidados dos candidatos. Mas, aqui, as dicas valem para ambos! Entrevistador, no que tange à performance daquele profissional entrevistado, e candidato, no que tange a empresa e experiência que está se candidatando”, explica Danienne, que também é empresária, psicóloga de formação, com cursos complementares na Harvard Business School, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT em Boston, nos Estados Unidos), entre outras instituições de renome.
Para tal, é importantíssimo se preparar antes da oportunidade para ir muito além de perguntas técnicas e sim, interagir de forma a captar pontos sensíveis como comportamento, ideais, princípios e valores, energia, cultura, postura, predisposição para aprendizado contínuo, criatividade, responsabilidade, maturidade, linguagem corporal etc. Inúmeros aspectos somados poderão revelar uma “fotografia panorâmica”, e isto levará à análise da compatibilidade da proposta com o humano, ou seja, se houve sintonia com a oportunidade, se deu um “match” inicial.
“O primeiro contato mal estabelecido pode comprometer todo o processo para ambas as partes, afinal, pode não se ter uma outra oportunidade para causar uma boa impressão”, lembra Danienne.
A profissional elenca sete dicas que se aplicam aos dois perfis. “Servem para entrevistadores e entrevistados, durante todas as fases do processo seletivo, seja no papo virtual ou no presencial”, acrescenta. São elas:
–Seja presente: mesmo que virtualmente, é fundamental estar presente de verdade na conversa, com foco e atenção além da narrativa, sem parecer ter pressa, alheio ao desafio e sendo um bom ouvinte;
–Atenção à linguagem corporal: os gestos denotam desde impaciência, ansiedade, desinteresse, até credibilidade, entusiasmo, vontade, etc. É importante ter equilíbrio e ser autêntico em sua postura;
–Interação inteligente: perguntas que vão além da competência técnica são mandatórias. Explore hobbies, atividades voluntárias, leituras, personalidades que inspiram e, no caso do candidato, busque saber como a empresa se posiciona perante causas, relação com sociedade, inovação, encarreiramento, como é a cultura corporativa etc;
–Mostrar perspectivas: capturar o desejo do amanhã e não apenas do hoje, deixar bem claro a vontade de aprender continuamente, investir, colaborar, em ambos os cenários recrutador e candidato;
–Criar empatia inicial, o “rapport”: a primeira impressão é muito importante para “quebrar o gelo” e seguir um bom papo profissional primando pela integridade do processo;
–Respeito e valor à oportunidade: devem ser demonstrados antes, durante e ao término da entrevista, mesmo que seja percebido nos primeiros 15minutos que não há sinergia, não termine a entrevista de forma abrupta, sempre agradeça e valorize a oportunidade do momento;
–Evite o “jarguês”: usar terminologias que podem não fazer parte da realidade da outra pessoa, etc.
É muito importante os profissionais terem em mente que devem despertar as melhores impressões independentemente da vaga específica por muitos cenários. “Hoje, o entrevistado está se candidatando a uma vaga X, mas, mesmo que não seja o escolhido, pode ficar na lembrança para outra oportunidade e até mesmo ser indicado no mercado. Além da empatia, hoje pode estar na cadeira de entrevistado e futuramente na de entrevistador” complementa Danienne, reforçando a premissa do lifelong learning, de aprendizado contínuo em cada experiência vivenciada na vida, que também cabe a ambas as partes.
Sobre Cláudia Danienne
Cláudia Danienne Marchi lida na prática e carrega em sua formação diversificadas experiências ligadas a Recursos Humanos, tornando-se uma referência em Gente & Gestão. Expertise que conquistou tanto por interagir com diferentes clientes corporativos e pessoa física, quanto pela experiência pregressa como executiva e líder estratégica que foi em Recursos Humanos e Serviços por mais de 22 anos.
À sua formação inicial de Psicóloga, a empresária agrega cursos complementares na Harvard Business School, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT em Boston, nos Estados Unidos), na FDC/ INSEAD na França-além de Disney Institute (EUA), IBMEC (Rio de Janeiro), entre outras instituições de renome.
Cláudia tem vasta experiência em processos de desenvolvimento de cultura corporativa, liderou por RH mais de 20 projetos de fusão e aquisição de empresas, passou por um desafiador processo de abertura de capital IPO, desenvolve como grande força atual para seus clientes palestras e projetos sobre: excelência em serviços -com ênfase em atendimento, implantação de projetos para alta performance e produtividade-, programas de desenvolvimento de líderes, atividades de engajamento, implantação de Universidade Corporativa, plano estratégico para desenvolver ou transformar a área de RH, hunting, mentoria, projetos de qualidade e clima etc.
A profissional também é chairperson do comitê de Pessoas da Amcham BR, no Rio de Janeiro -Câmara de Comércio Americana- e sócio-fundadora da Degoothi Consulting, empresa de consultoria com diferentes clientes corporativos e pessoa física, prestando serviço em projetos voltados para Gente & Gestão.
Redes sociais Instagram: @claudiadanienne.insights
Informações à imprensa com infato comunicação
PABX: 11 3392-5542
Leila Peres – leila@infato.com.br
Vivo: 11 97151-1807
Daiana Oliveira
11 98718-5820
Christiane Alves – redacao2@infato.com.br
Vivo: 11 99436-7251
Redação